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Libéria: direitos trabalhistas já! - Reintegração dos dirigentes sindicais!
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| Em parceria com a federação global Internacional de Serviços Públicos (ISP), uma federação de sindicatos que representa 20 milhões de trabalhadoras e trabalhadores que promovem serviços públicos, e a Federação Internacional dos Trabalhadores em Transportes (FIT), uma federação global que representa cerca de 700 sindicatos e 4.5 milhões de trabalhadores da categoria em 150 países, e a Confederação Sindical Internacional (CSI) África. |
Em fevereiro de 2014, vinte e dois dirigentes sindicais de várias cidades de Libéria foram demitidos seguindo uma greve nacional contra más condições de trabalho no setor da saúde. Vinte destes vinte e dois dirigentes foram reintegrados. Ainda falta a reintegração de Joseph S. Tamba e George Poe Williams, respectivamente Presidente e Secretário Geral da NAHWAL (Associação Nacional dos Trabalhadores de Saúde de Libéria). A greve foi iniciada depois de várias tentativas de buscar melhores através de negociações e diálogo. O governo rejeitou toda tentativa. Estas más condições de trabalho teve consequências fatais: a falta de equipamentos de proteção, longas horas de trabalho e a falta de medicamentos na luta contra o Ebola causaram centenas de mortes entre os trabalhadores de saúde.
Até hoje, continua a ser ilegal para trabalhadores do serviço público organizar e formar ou participar nas atividades de um sindicato, embora a Libéria ratificou Convenções 87 (liberdade sindical e proteção ao direito de sindicalização) e 98 (direito de sindicalização e de negociação coletiva) da Organização Internacional de Trabalho.
ISP, FIT e CSI África estão pedindo que todos filiados e aliados enviem cartas (usando o formulário abaixo) para o governo liberiano exigindo a reintegração destes trabalhadores, e que a liberdade sindical e o direito de se-sindicalizar seja respeitado para todos os trabalhadores da Libéria!

