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Geórgia: Chega de práticas antisindicais na empresa química Rustavi Avot

Em parceria com o sindicato de metalurgia, mineração e trabalhadores da indústria química da Geórgia e o sindicato global IndustriALL, que representa 50 milhões de trabalhadores em 140 países nos setores de mineração, energia e manufatura e é uma força de solidariedade global que luta por melhores condições de trabalho e direitos sindicais ao redor do mundo.

Os trabalhadores químicos georgianos estão enfrentando bastante opressão. Historicamente um modelo de uma empresa ‘socialmente responsável’, o produtor georgiano de fertilizantes "Rustavi Azot", após a chegada de um novo proprietário no início de 2017, começou a reprimir o sindicato local (sindicato de metalurgia, mineração e trabalhadores da indústria química da Geórgia – TUMMCIWG, um afiliado do sindicato global IndustriALL). Os funcionários da empresa são perseguidos e reprimidos devido à afiliação sindical. Sob a pressão da alta gerencia da empresa, os supervisores forçam as/os trabalhadoras/os a abandonar seu sindicato. Com o objetivo de prejudicar o sindicato local, a empresa demitiu 350 pessoas ilegalmente em janeiro a fevereiro deste ano.

Desde março de 2017, o TUMMCIWG vem tentando reiniciar as negociações com a administração, mas sem sucesso. O sindicato repetidamente pediu ajuda ao Ministério do Trabalho, Saúde e Assuntos Sociais da Geórgia. No entanto, o Ministério não conseguiu reunir as partes numa mesa de negociação. Pelo contrário, a posição fraca do Ministério facilitou e incentivou as ações criminosas e discriminatórias dos gerentes da Rustavi Azot. Em violação da legislação nacional e das convenções números 87 e 98 da OIT, todos os dias, dezenas de trabalhadores são obrigados a retirar a sua afiliação à TUMMCIWG, contra a própria vontade.




Sua mensagem será enviada para os seguintes endereços de e-mail:
info@rustaviazot.ge, info@president.gov.ge, info@moh.gov.ge